Emissoras de TV dizem ser imprescindível a saída da banda C - 17/09/2020 - BROTHERS DO AZ
Gosat Autorizada Duosat UNITV Brasil TV Mobile Rafael Assistência Técnica Chip Eprom Belo Jardim
Gosat Autorizada Duosat UNITV Brasil TV Mobile Rafael Assistência Técnica Chip Eprom Belo Jardim

Emissoras de TV dizem ser imprescindível a saída da banda C - 17/09/2020

Para as emissoras de TV que ocupam a tecnologia via satélite da banda C, é imprescindível a saída desta tecnologia para migrar para a banda KU, segundo elas “não haverá mais espaço para a TVRO na Banda C” e argumentam que a instalação de filtros na atuais antenas parabólicas para impedir a interferência da 5G seria “desperdício de recursos públicos”.


As entidades que representam as emissoras comerciais de TV – Abert e SET – além das próprias empresas, como o grupo Globo, não abrem mão de migrar as transmissões das TVROs (TV aberta por parabólica) para a banda Ku do satélite, ao invés de apoiar a solução de mitigação da interferência que a tecnologia 5G poderá provocar nos atuais equipamentos, conforme resposta à consulta pública promovida pela Anatel

Encerrada esta semana, a consulta sobre as especificações técnicas da frequência de 3,5 GHz, a principal faixa para o ingresso da quinta geração da telefonia móvel no país, retrata que as posições distintas dos  players continuam sedimentadas, sem uma solução consensual. E este é o caso das emissoras de TV comerciais, que mantêm a posição pela migração de todos os canais para a banda Ku.


Para as TVs, se as TVROs (TV aberta por parabólica) forem mantidas na banda C, mesmo que sejam usados filtros nas atuais antenas, para não sofrerem interferência do serviço 5G, a solução será um mero “desperdício de recursos públicos”, “haja vista a escalada global dos serviços de banda larga sem fio, sobre a Banda C que, em pouco tempo, não mais permitirá espaço para a TVRO na Banda C”, afirma  segmento.

Para elas, "a adoção da migração da TVRO da Banda C para a Banda Ku é mandatória, tendo em vista que se apresenta como um modelo que: (i) está alinhado à política pública do MCTIC de observar uma solução de melhor eficiência técnica e econômica, (ii) está alinhado às políticas públicas internacionais de utilização eficiente e racional do espectro, e (iii) constitui-se em uma solução eficiente e definitiva".

Postar um comentário

0 Comentários